Sobre Ourinvest Entrecampos

Ourinvest Entrecampos – Compra de Ouro e Prata em segunda mão. Todo o tipo de objectos que contenham estes metais, novos ou usados, em bom estado ou danificados, são susceptíveis de ser avaliados e adquiridos, na nossa unidade de Lisboa, em Entrecampos. Pagamos melhor, avaliamos gratuitamente e sem compromisso. Não venda sem nos visitar e obter uma avaliação. Estamos licenciados para o exercício desta actividade, pela Contrastaria de Lisboa INCM. Total sigilo e garantia de privacidade. Abertos também à hora de almoço.

Os Países emergentes investem em ouro

A forte procura global por ouro, não está apenas a ser impulsionada por investidores particulares em busca de refúgio contra os riscos de inflação global e incerteza macroeconômica. Os Bancos Centrais, das economias emergentes, como a China, Rússia, México e Índia estão, também eles, a aumentar as suas reservas do precioso metal. A procura de ouro na India ultrapassará as 1.200 toneladas por volta de 2020.

O Conselho Mundial do Ouro, indica em um recente artigo intitulado “India: Terra do Ouro”, que a procura de ouro por parte da India crescerá durante a próxima década, a um ritmo de 3% ao ano, até alcançar as 1.200 toneladas métricas em 2020.

Segundo os gurus da economia e finanças mundiais e na sequência das mais recentes afirmações, há que manter-se longe das matérias primas industriais cuja tendência é de baixar os preços, fruto da desaceleração do crescimento mundial. Ao contrário, e relativamente ao ouro, a recomendação é de acumular gradualmente apesar das flutuações do mercado. O ouro, a longo prazo, só pode subir, devido a taxas de juro reais, negativas.

O Ouro e os Bancos Centrais

Desde meados do século XIX o funcionamento do padrão-ouro impôs limites de eficácia sobre as emissões de dinheiro, já que toda a emissão tinha de ser convertível em ouro. A expansão da oferta de moeda era necessariamente restrita. Esta regra monetária, permitiu que durante mais de 50 anos houvesse uma estabilidade monetária e de preços, muito eficaz. Actualmente, a moeda não é convertível em ouro e a sua aceitação depende apenas da confiança no seu poder aquisitivo. Essa confiança foi quebrada em várias ocasiões. 

A teoria económica diz-nos que o aumento excessivo no fornecimento de um bem, o deprecia. O dinheiro não é uma excepção. A inflação é um fenômeno monetário resultante do aumento da liquidez sobre o crescimento dos bens ou serviços disponíveis. Se não aumentarmos o nosso rendimento ou riqueza, mas apenas a quantidade de dinheiro, iremos pagar um preço mais elevado para os activos existentes, mas não seremos mais ricos.

A segunda metade do século XX está repleta de situações de inflação monetária, resultado da monetização dos déficits, dos governos que seguiram uma política orçamental expansionista. Porém, até esta perversão do valor do dinheiro esbarrou em limites impostos pelos próprios factos. Com a actual liberdade de movimento de capitais, os utilizadores da moeda podem escapar cada vez mais às moedas inflacionadas, refugiando-se em outros valores mais credíveis e estáveis, como o ouro e a prata, como meios alternativos para o investimento e conservação de riqueza. No final do século XX, a reacção dos mercados forçou os Estados a permitirem aos Bancos Centrais regularem autonomamente a oferta de moeda, de acordo com regras que preservassem, prioritariamente, o poder aquisitivo desta.

O Ouro como garantia

GarantiaA Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários do Parlamento Europeu viu ontem aprovada por unanimidade a aceitação do ouro como garantia, o que é um reconhecimento claro da crescente importância que o ouro vem adquirindo, como um activo líquido de qualidade.
Várias Instituições Financeiras têm vindo a reforçar as suas reservas de ouro. O Banco Central do México adquiriu em Abril, 5,9 toneladas de ouro, o que situa as suas reservas em 106 toneladas. De igual forma durante o mês de Abril, o Banco Central da Rússia aumentou as suas reservas de ouro em 13.72 toneladas. A procura por ouro, como investimento refúgio, seja ele sob a forma de Barras ou Moedas, ou ainda em objectos de uso pessoal usados (segunda mão), a preços mais convidativos, tem vindo a intensificar-se e já não só por instituições e governos, também por investidores particulares . É uma tendência universal.

A febre do Ouro

O ouro não pára de bater recordes nos mercados internacionais e está há várias sessões acima dos 1.520 dólares por onça. Este preço compara com os cerca de 280 dólares por onça que valia no início do ano 2000 e os cerca de 500 dólares a que estava cotado a meio da década.

Ontem atingiu mesmo um recorde histórico na Europa de 1.087 euros por onça. A crise internacional e a incerteza em relação aos produtos financeiros levou muitos investidores internacionais a refugiarem-se no metal amarelo. A justificar a corrida ao ouro estão a especulação, taxas de juro reais negativas, dólar fraco, subida global da inflação, bem como a crise da dívida soberana, aliadas a uma procura reforçada de ouro por parte de alguns bancos centrais, em especial de países como a China, Índia, Rússia e Taiwan, que se tornaram compradores líquidos para diversificarem as suas reservas.

George Soros, o especulador que ganhou mais de 1.000 milhões de dólares com os ataques à Libra e ao Sistema Monetário Europeu no início dos anos 90, já vendeu praticamente todo o ouro que possuía na convicção de que o preço não é sustentável e deverá cair no futuro próximo. O certo, porém, é que a escalada do preço do ouro levou alguns analistas internacionais a preverem a hipótese do ouro chegar aos 2.000 dólares por onça, ao mesmo tempo que começou a ser aceite como colateral em várias operações financeiras, em condições semelhantes às dos títulos de dívida pública francesa ou alemã.

Nos últimos anos o número de lojas que transaccionam o metal amarelo no nosso País disparou e parecem ser um negócio florescente, sinal de que também os portugueses estão contagiados pela febre do ouro.

Fonte: Económico | 26/05/11 00:04  

Crise duplica investimentos em barras e moedas de ouro

O ouro bateu ontem um novo recorde em euros.

Cotação em euros do metal precioso atingiu ontem um novo máximo histórico. O ouro cotou em 1.087 euros.

A incerteza criada em torno da crise de dívida soberana, as taxas de juro reais negativas, os receios com a subida da inflação e a fraqueza do dólar levaram os investidores europeus a entrarem numa corrida ao ouro. Segundo dados do World Gold Council, entidade que colige a informação sobre a procura e a oferta do metal amarelo, a procura por barras e moedas de ouro duplicou no primeiro trimestre, face a igual período do ano passado.

A febre pelo ouro, um activo que tende a valorizar em períodos turbulentos e de inflação elevada, levou a cotação em euros do metal precioso a registar um novo máximo histórico durante a sessão de ontem. O preço chegou a atingir os 1.087,81 euros e valoriza 2% desde o início do ano. Já em dólares, o ouro acumula ganhos de 7,52% em 2011, valendo 1.526 dólares.

“Na Europa, a solicitação de um resgate da UE por Portugal no final do trimestre, reforçou os receios dos investidores de que a recuperação da Europa seja fragmentada e que as tensões internas provavelmente têm um impacto significativo no futuro da UE e do euro”, refere o WGC. Além da crise de dívida soberana, a entidade observa que também a instabilidade no Norte de África e no Médio Oriente também levaram a um aumento da procura.

Recorde-se que o metal amarelo dá ganhos aos investidores há dez anos consecutivos. O retorno anualizado desde 2000 é de 12,19% em euros e de 16,10% em dólares.

O cenário de receio fez com que a procura dos europeus por barras e moedas de ouro passasse de 39,5 toneladas no primeiro trimestre de 2010 para 78,1 toneladas nos primeiros três meses de 2011. Já em termos de valor, a procura atingiu 3,481 mil milhões de euros entre Janeiro e Março deste ano, mais 147% que os 1,41 mil milhões verificadas no período homólogo. A nível mundial, a procura por barras e moedas aumentou 52% para 366,4 toneladas. Atingiu os 16,33 mil milhões de dólares, mais 90% que em 2010.

Além deste interesse, o ouro começou a ser aceite como colateral em operações financeiras, com câmaras de compensação a aceitarem o metal amarelo em condições similares aos títulos de dívida alemã ou francesa, por exemplo.

Analistas não antecipam fim do ‘bull market’ no metal amarelo.

Apesar da febre pelo ouro e de alguns economistas falarem na possibilidade de se estar na presença de uma bolha, os maiores bancos de investimento continuam optimistas para o desempenho do metal amarelo e não vaticinam, para já, o fim do ‘bull market’.

Esta semana, o Goldman Sachs afirmou que “espera que os preços do ouro continuem a subir em 2011 já que o programa de ‘quantitative easing’ [dos EUA] deverá manter a taxa de juro real baixa”. A Reserva Federal dos EUA está a injectar dinheiro na economia ao mesmo tempo que mantém as taxas de referência próximas de zero, o que tira atractividade ao dólar. No entanto, o banco prevê um bom crescimento económico nos EUA em 2012, antecipando que o preço do ouro atinja o seu pico nesse ano. O Goldman espera que o ouro negoceie em média nos 1.690 dólares nos próximos 12 meses.

Também o Deutsche Bank referiu num ‘research’ recente que “as condições para mais avanços nos preços permanecem intactas, como taxas de juro reais negativas, compras por parte de bancos centrais e um dólar norte-americano estruturalmente fraco”. O banco alemão tem um preço-alvo de 2.000 dólares para o metal amarelo.

Fonte: Económico – 2011 Mai 26

Quanto vale o seu ouro usado?

Ao vender os seus valores há que ter em conta alguns factores que lhe podem valer algum dinheiro extra. 
Veja quais esses factores:

Critérios de avaliação

Peso das peças de ouro
Antiguidade e tipo de peças de ouro
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Factores diversos e subjectivos
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Top 10 do Franchising, melhores marcas no apoio à rede

Nos dias 19 e 20 de abril, decorreu a fase final da seleção dos vencedores Prémios de Franchising 2011. Foram 19 marcas a competir nas cinco categorias. Os vencedores serão conhecidos no próximo dia 13 de maio.

Os Prémios de Franchising receberam 55 candidaturas às categorias Top-10 do Franchising: Melhores marcas no apoio à rede, Start-up, Melhor Estratégia na Internet, Inovação e Responsabilidade Social.

 O Top-10 do Franchising envolveu um universo de 1574 unidades franchisadas, representando as marcas candidatas 14% do mercado através da gestão de 1742 lojas em franchising.

A selecção dos finalistas do Top-10 do Franchising tem por base os resultados do inquérito de satisfação aos franchisados realizado pela consultora EIC, parceira da revista NEGÓCIOS & FRANCHISING nesta iniciativa.

As 13 empresas melhor classificadas passaram à segunda fase do processo de selecção e que envolve uma entrevista pessoal com o júri onde são debatidos a organização e o apoio à rede de franchisados.

As restantes categorias são avaliadas por diferentes painéis de júri, individualmente. Esta primeira avaliação elege as três empresas que chegam à final para a entrevista com o júri.

Os vencedores da 5.ª edição dos Prémios de Franchising serão conhecidos no próximo dia 13 de Maio, em Lisboa, no jantar de gala do evento.

Finalistas 2011Top 10 Franchising

Accive Insurance
Best Travel
Body Concept
Century 21
Charib
Depilconcept
Exchange
Loja do Condomínio
Maxfinance
McDonald’s
NBB
Ourinvest
Remax